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Natal e Ano Novo

O StradaS MC, através de sua Diretoria e equipe organizadora do Encontro em Miracema, deseja a todos os motociclistas, sócios ou não, um Feliz Natal e um Ano Novo cheio de eStradaS a serem percorridas.
Que em 2009 possamos todos nos encontrar com saúde e disposição para curtimos muitos e muitos "ventos no rosto".
Paz e Bem a todos...


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Quinta, 04 de Dezembro de 2008 - 16:36:31


Honda CBF 125 - Migração ao contrário

Dotado de sistema de injeção eletrônica de combustível e refrigeração líquida, novo modelo é versátil e robusto, sendo equipado com rodas de liga leve e semicarenagem


O quadro é em aço, com motor fazendo parte da estrutura

A Honda apresentou durante o Salão da Alemanha, o Intermot, em Colônia, que terminou dia 12, junto com motos superesportivas de alto desempenho e conceitos, a pequena CBF 125. Trata-se de uma moto robusta, econômica e utilitária para o dia-a-dia, dotada de motor de um cilindro, refrigeração a ar e injeção eletrônica, além de visual diferente, com meia carenagem. O interessante é que esse mesmo modelo já estava disponível na Índia, com o nome Stunner.

Outro dado é que a requintada mini superesportiva CBR 125R, com visual das irmãs maiores e um motor mais potente e sofisticado, equipado com refrigeração líquida e injeção eletrônica que abastece os mercados da Europa, é produzida na Tailândia. Mesma origem asiática, junto com Indonésia e Vietnã, que segue a linha da multiplicação de motores de baixa cilindrada, equipados com injeção eletrônica de combustível, semelhantes, por exemplo, ao motor da nova Biz 125 2009 brasileira.

Demora
Esta curiosa migração, na qual os modelos de baixa cilindrada, com mais tecnologia, são produzidos inicialmente em países ditos menos desenvolvidos, para depois serem exportados para os países ditos de primeiro mundo, tem motivações econômicas e expõe as controvérsias do mundo globalizado. No Brasil, a substituição do carburador em motos de baixa cilindrada continua lenta e gradual. O próximo capítulo, porém, será o lançamento até o fim do ano do sistema de injeção nas motos Honda de 125 cm³ e 150 cm³.  Rodas têm aros de 17 polegadas, com pneus sem câmara

Classificada como uma mini-Sport Tourer, a nova CBF 125 retrata e adianta um pouco desse processo. O modelo tem motor de um cilindro, de 124,7 cm³, do tipo OHC, de quatro tempos, com duas válvulas, refrigeração a ar, que desenvolve 11,3 cv a 8.000 rpm. Curiosamente, a "nossa" CG 125 Fan, ainda carburada, tem 12,5 cv a 8.250 rpm. Entretanto, o sistema de injeção de combustível, do tipo PGM-FI (semelhante aos que também equipam modelos maiores da marca), reduz a emissão de poluentes, atingindo os índices exigidos pelas cada vez mais severas normas ambientais.

Características
O preço estimado na Europa para o modelo é de dois mil euros. O painel é completo e tem conta-giros analógico e marcador de nível do tanque de gasolina, que comporta 13 litros. O câmbio tem cinco marchas e a partida é elétrica. O freio dianteiro é a disco, com 240 mm de diâmetro, e o traseiro a tambor com 130 mm de diâmetro. As rodas são em liga leve, com aros de 17 polegadas. Os pneus são sem câmara, como nas motos maiores, e têm as seguintes medidas: 80/100 na dianteira e 100/90 na traseira.

A suspensão dianteira é convencional, com garfo telescópico e tubos de 30 mm de diâmetro. O curso é de 115 mm. A suspensão traseira tem dois amortecedores, com 87mm de curso e possibilidade de regulagens. O quadro é do tipo diamante, em aço, com motor fazendo parte da estrutura. O peso em ordem de marcha, abastecida, é de 128 kg. O visual inclui uma semicarenagem, com pára-brisa fumê, banco do tipo dois andares e várias partes pintadas em preto, para conferir mais esportividade. Jornalista: Téo Mascarenhas. Fonte: www.mototour.com.br


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Sexta, 31 de Outubro de 2008 - 12:00:36


Honda CB 600F Hornet - Adeus ao passado

Totalmente nova, linha 2008 do modelo ficou mais leve e potente, além de ganhar injeção eletrônica, aposentando o carburador, e opção de sistema de freios ABS
O novo modelo CB 600F Hornet (vespa em inglês) custou para sair da toca. Lançada em 1998 na Europa, só voou para o Brasil no fim de 2004. Porém, enquanto do outro lado do Atlântico o modelo ia passando por sucessivas atualizações de estilo e técnica, inclusive substituindo o carburador pela injeção eletrônica, a nossa Hornet permanecia com o pé no passado, sem alterações. O modelo 2008, entretanto, corrige a distorção e ganha todas as inovações técnicas e de estilo da irmã estrangeira, além do status de nacional.

O estilo naked (sem carenagem) foi conservado, mas ganhou ares mais modernos, com o escape de ponteira baixa e curta, de formato triangular, centralizando e rebaixando as massas, em uma nova tendência mundial, mas que também deixou a distância livre do solo menor (135 mm) e mais vulnerável. O grande farol redondo deu lugar a um de superfície assimétrica e bicuda, encaixado em uma minicarenagem, com duas lâmpadas que proporcionam ótima iluminação.

Roupa
O novo visual também passa pelo painel, que agora tem um só instrumento analógico (conta-giros), enquanto na tela digital ficam o velocímetro, relógio de horas, mostrador de temperatura do motor, hodômetros e marcador de nível de combustível, com indicador em barras. Na traseira, a lanterna tem iluminação com leds, além de alças para segurança do garupa. A capa da suspensão dianteira, assim como as pinças de freio, são douradas, fazendo interessante conjunto com a pintura da "carroceria".

O motor quatro cilindros em linha, de 599,3 cm³ de cilindrada, equipado com injeção eletrônica, 16 válvulas, duplo comando e refrigeração líquida, foi herdado da superesportiva CBR 600RR, modelo 2007. Embora amansado para a nova utilização, passou de 96,5 cv para 102 cv a 12.000 rpm, com torque de 6,53 kgfm a 10.500 rpm. O quadro foi reprojetado, construído em alumínio, assim como a balança da suspensão traseira, mais longa em 39,1 mm, para evitar que a roda dianteira levante vôo nas arrancadas mais violentas.

Escape curto e baixo centraliza as massas, mas é mais vulnerável

Andando
Na estrada, em um percurso de Campinas a Belo Horizonte, pelas rodovias duplicadas Pedro I e Fernão Dias, a nova Hornet 600 mostrou seu lado esportivo. O piloto fica levemente curvado para a frente e com as pernas encaixadas nos ressaltos do tanque e ligeiramente flexionadas, pronto para atacar as curvas. O motor tem bastante fôlego para manter uma velocidade de cruzeiro, em torno dos 140 km/h (ou mais), mesmo sem o conforto de uma carenagem aerodinâmica, em sexta marcha, quase sem necessidade de cambiar, embora a vibração incomode, adormecendo as mãos.

A suspensão dianteira invertida, com tubos de 41 mm e 120 mm de curso, funciona melhor em pisos sem irregularidades. A suspensão traseira, mono, com 128 mm de curso, pode ser facilmente regulada para o peso e tipo de utilização. Na cidade, a nova Hornet surpreende pela agilidade e razoável diâmetro de giro do guidão, que permite fluir pelo trânsito, ouvindo o belo som do escape. O freio, com dois discos de 296 mm na dianteira e um de 240 mm na traseira, é preciso até ser exigido esportivamente, quando apresenta uma ligeira fadiga. Por outro lado, existe a opção do sistema ABS e CBS (distribuição da carga nas duas rodas). O modelo sem ABS pesa 173 kg e com ABS 177 kg.Jornalista: Téo Mascarenhas. Fonte: www.mototour.com.br


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Quinta, 09 de Outubro de 2008 - 16:57:10


Yamaha YZF R-1 2009 - Indigestão com troco

Nova superesportiva mudou o visual e também todo o conjunto mecânico, baseada na moto de competição M-1, que compete no Campeonato Mundial de Motovelocidade

Onze anos depois de assombrar o segmento mundial das superesportivas, com o lançamento do modelo R-1, a Yamaha surpreende novamente ao apresentar sua sexta geração, já como 2009, em Amsterdã, Holanda. É que o novo visual acabou provocando indigestão em boa parte dos fanáticos admiradores do modelo, que enxergaram nas novas linhas a heresia da ligeira perda de agressividade, sua marca registrada, significando um retrocesso, traduzido em uma motocicleta mais conservadora.

A indigestão começa na dianteira, com carenagem mais robusta e novo conjunto óptico, com dois faróis redondos próximos do centro e novas tomadas de ar laterais; e prossegue na outra extremidade, com traseira dominada por duas enormes ponteiras de escape de saída alta e formato triangular, que destoam do conjunto esbelto da versão anterior. A solução, porém, não foi um capricho dos projetistas. Foi adotada para abrigar os volumosos catalizadores e atender as novas e rigorosas exigências ambientais.

O outro lado da moeda veio na completa reformulação do conjunto mecânico, baseado em grande parte no modelo que compete no mundial de motovelocidade, YZF M-1. O motor, completamente novo, tem quatro cilindros em linha, 998 cm³ de cilindrada, injeção eletrônica, com injetor secundário (só funciona em rotações mais elevadas), pistãos mais curtos em alumínio forjado e cilindros com revestimento cerâmico. Os dutos de admissão, com servo motor, têm altura variável, para melhorar a "respiração" a partir de 9.400 rpm.

O acelerador também é eletrônico e funciona por meio de sensores, que medem diversos parâmetros e se adaptam em milésimos para fornecer sempre a melhor resposta. O resultado é uma espantosa tropa de 182 cv a 12.500 rpm e um torque mediano de 11,8 kgfm a 10.000 rpm. A tecnologia das pistas foi responsável pela cavalaria, já que o novo motor, derivado da YZF M-1, funciona com os pistãos trabalhando alternadamente, e não mais em duplas, como no modelo anterior.

Solução
Esse arranjo, comum nas motos de competição, até então era excluído nas motos de série, pela complexidade e pela vibração, que foi neutralizada pelos contra-pesos. O resultado é uma entrega de potência extremamente vigorosa, mas linear, que permite uma pilotagem ainda mais esportiva. Para completar, o piloto também dispõe de embreagem antitravamento, pedaleiras reguláveis e, pela primeira vez no modelo, da luz que indica o melhor momento de cambiar as seis marchas, com indicador de marcha engatada no painel.

Para andar mais manso, a nova R-1 tem três módulos de mapeamento eletrônico do motor, com acionamento no guidão. Standard, para o cotidiano, B, para tocadas suaves, e A, para pilotagem esportiva. O quadro é totalmente novo, do tipo Deltabox em alumínio, assim como a balança traseira. O subquadro é em magnésio. A suspensão dianteira tem bengalas de 43 mm, com funções separadas. A direita faz a extensão e a esquerda, compressão. A suspensão traseira é mono, regulável, com 120 mm de curso. O freio dianteiro, com duplo disco de 310 mm, também foi revisto, assim como o pneu traseiro, com medida 190/55. A nova R-1 vai chegar ao Brasil, mas ainda não tem data e preço definidos. Jornalista: Téo Mascarenhas. Fonte: www.mototour.com.br


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Segunda, 29 de Setembro de 2008 - 14:36:05


Triumph Thunderbird 1600 - Binóculo ao contrário

Com a programação antecipada, fabricante de motos britânica apresentou novo modelo cruiser, que só estará no mercado em 2010. O motor dois cilindros é refrigerado a água

A britânica Triumph apresentou durante sua convenção de revendedores, em julho, na cidade de Birminghan, Inglaterra, suas novidades para 2009 e, surpreendentemente, também para 2010. É o novo modelo cruiser, batizado de Thunderbird 1600, equipado com inédito motor de dois cilindros paralelos, refrigerado a água. A antecipação do anúncio, já que a nova motocicleta só estará disponível no fim de 2009, como versão 2010, é uma tentativa de neutralizar eventuais avanços da concorrência.

É que a Triumph, nascida em 1902 e estabelecida em Hinckley, está escaldada com a selvagem disputa mercadológica, já que saiu de uma época de ouro, na década de 1960, para a bancarrota, com a invasão das motocicletas japonesas. A marca só reapareceu no início dos anos 1990, completamente reformulada e modernizada, por iniciativa do industrial e investidor John Bloor. O mesmo que comandou a convenção mundial de revendedores da marca e apresentou o novo modelo.  

O motor, com dois cilindros paralelos, tem refrigeração líquida e desenvolve 102 cv

Globaliazação
A nova Triumph Thunderbird 1600 vai chegar para combater principalmente a Harley-Davidson, visto que a marca inglesa tem grande prestígio no mercado americano. Por outro lado, a Harley-Davidson iniciou uma ofensiva na Europa, lançando modelo voltado para o velho continente, o Sportster XR 1200, além de comprar a tradicional e respeitada marca italiana MV Agusta. O chumbo trocado vai produzindo seus efeitos, com vantagem para o consumidor, inclusive o brasileiro, uma vez que as duas marcas são importadas oficialmente para o Brasil.

A nova Thunderbird 1600, entretanto, foge da tradicional fórmula ianque de motor. Em vez dos clássicos dois cilindros em V, adota um poderoso dois cilindros paralelos. Arquitetura que já domina com o famoso modelo Bonneville (hoje com moderno motor de 800 cm³), lançado em 1959. Outra diferença é a refrigeração líquida, que ainda apresenta resistência nos modelos americanos. Para camuflar, o radiador é pintado de preto e os cilindros apresentam aletas de refrigeração.

Técnica
O propulsor tem injeção eletrônica, 1.595 cm³ de cilindrada e desenvolve 102 cv. O câmbio tem seis marchas e a transmissão final é por correia dentada, fabricada em fibra de carbono e kevlar, que dispensa manutenção e reduz os ruídos. As rodas são em liga leve, com aro de 19 polegadas na dianteira, calçado com pneu 120/70, e aro de 18 polegadas na traseira, com largo pneu 200/70. O visual, porém, não deixa dúvidas. A nova Triumph Thunderbird 1600 segue a cartilha das custom/cruiser ianques.

O modelo tem grande distância entre-eixos, banco do tipo dois andares, painel sobre o tanque, muitos cromados e suspensão traseira com dois amortecedores, obedecendo ao figurino do segmento. Os escapes são longos e o farol circular solitário. A marca está trabalhando para oferecer extensa lista de acessórios e equipamentos para a moto, além de roupas e adereços na época do lançamento. Outra diferença está no freio dianteiro, dotado de duplo disco e a possibilidade de sistema ABS como opcional. Jornalista: Téo Mascarenhas. Fonte: www.mototour.com.br



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Sexta, 26 de Setembro de 2008 - 13:29:23


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